Facebook sob pressão! Será o início do fim?

Jovem Pan News Joinville

A rede da informação

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on skype
Skype
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email
Share on print
Imprimir

Facebook sob pressão! Será o início do fim?

A terrível cena do estrangulamento de George Floyd, por um policial nos Estados Unidos, gerou uma onda de protestos físicos e virtuais que estourou naquele país. Desde então um boicote de anunciantes colocou o Facebook em risco, pressionando seu CEO Mark Zuckerberg.

Há alguns anos, o mundo está de olho em como o Facebook lida com temas políticos delicados pois ficou evidente que a rede social se tornou um canal preferencial para propagação de discursos de ódio, incitação à violência e divulgação de informações falsas que promovem um cenário mundial de caos. A empresa tomou algumas medidas para tentar abafar esse tipo de uso da rede social, mas aparentemente não foi o suficiente.

Foi aí que um grupo de empresas gigantes iniciou um movimento para combater discursos de ódio na plataforma, após a companhia se mostrar incapaz de agir incisivamente por anos. A ideia é atingir a parte mais sensível da rede social, o bolso.

Algumas destas empresas que aderiram à campanha “Stop Hate for Profit” ou “Chega de ódio pelo lucro”, e que suspenderam a publicidade na rede social são Adidas, Boeing, Coca-Cola, Ford, Honda, Levi’s, Microsoft, Mozilla, Pepsi, Puma, Reebok, Starbucks, Unilever, Vans e Playstation, além de centenas de outras.

Segundo os organizadores, o Facebook “permitiu a incitação de violência contra manifestantes” e deu status respeitável a sites de notícias com fontes duvidosas. E na visão deles, com esse tipo de comportamento, que infelizmente costuma gera muito engajamento, o Facebook está lucrando com ações de ódio de seus usuários, e as marcas não estão satisfeitas em ter seus nomes associados a esse tipo de discurso.

Por exemplo, uma das ações recomendadas pelos organizadores para melhorar a forma como a empresa lida com esse tipo de material é: encontrar e remover grupos públicos e privados que se baseiem em temas como supremacia branca, milícias, antissemitismo, terrorismo, desinformação sobre vacinas e negação das mudanças climáticas.

A publicidade é quase a totalidade do faturamento do Facebook, em torno de US$ 70 bilhões. Se existe alguém com poder de fazer com que a empresa mude sua atuação em questões-chave, são os anunciantes. Afinal de contas, o usuário pode até deixar de usar o Facebook, mas dificilmente realizará um boicote completo aos aplicativos da companhia, pois aí se incluem o Instagram, com 1 bilhão de usuários, e o WhatsApp, com mais de 2 bilhões. Ou seja: a maioria dos usuários de internet está na mão do Facebook, mesmo sem usar a rede social de mesmo nome.

A notícia mais recente é que nesta semana Mark Zuckenberg falou que os anunciantes que participam do boicote voltarão à plataforma e disse aos funcionários que não vai mudar nada por causa de uma ameaça a uma pequena porcentagem ou qualquer porcentagem da sua receita.

E se defende, afirmando que a rede tem sim políticas para restringir discursos de ódio e que tem agido de forma mais firme que concorrentes como o Twitter e o YouTube. A empresa menciona um relatório publicado pela União Europeia, que diz que a rede social analisa proporcionalmente mais denúncias do tipo do que seus concorrentes em um período de 24 horas.

Agora aqui entre nós, realmente o Facebook tem se tornado um depósito cada vez maior de raiva e discussão. Ele deu voz a pessoas que não tem nada a acrescentar para a evolução da humanidade. Você sabe do que eu estou falando. Talvez ele tenha atingido seu ápice como função social positiva e já começou sua descida para ser superado por outras redes sociais. Assim como aconteceu com Orkut, e antes disso com o MIRC, Fotolog, PALACE….enfim, um novo ciclo se anuncia, uma pena que isto esteja terminando em tanto ódio e desinformação. Vamos ver como a empresa reaje.

Share on facebook
Facebook
Share on twitter
Twitter
Share on skype
Skype
Share on whatsapp
WhatsApp
Share on email
Email
Share on print
Imprimir
Drogaria Catarinense – Banner Lateral

Notícias Relacionadas

Estado

Impeachment em SC: Nomes da comissão deverão ser definidos essa semana

A Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), deve definir nesta semana os nomes dos nove deputados que farão parte da …

Ler Mais →
Cotidiano

Prefeitura de Jaraguá do Sul abre credenciamento para compra de cinco mil testes

A Prefeitura de Jaraguá do Sul abriu edital de credenciamento de laboratórios para realização de cinco mil exames/testes RT-PCR para …

Ler Mais →
Coronavírus

Coronavírus: Santa Catarina se aproxima dos 100 mil casos confirmados

O Governo de Santa Catarina informou nesta segunda-feira (03) que o estado já registrou 88.889 casos confirmados de coronavírus, desde …

Ler Mais →

Facebook JP News

Drogaria Catarinense – Banner Lateral

Últimas Notícias

Campanha Hiper Mais
Regularizar

Fique Conectado!

Coronavírus

Linha do Tempo