“O problema é a falta de retorno da Prefeitura”, declara representante da empreiteira do rio Mathias

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“O problema é a falta de retorno da Prefeitura”, declara representante da empreiteira do rio Mathias

Prefeitura rompe contrato com empreiteira responsável pelo rio Mathias (Foto: Gabriele Abatti / JP News)

Dia 07 de julho ficará marcado em Joinville por toda movimentação referente o atraso das obras do rio Mathias. Ao meio dia, comerciantes da cidade se reuniram na Visconde de Taunay para realizar uma manifestação, logo após, a Prefeitura do município anunciou a rescisão do contrato com a empreiteira responsável pelas obras. 

O movimento que deu início na então Via Gastronômica da cidade atingida pela paralisação das obras, terminou em frente o prédio da Prefeitura. Empresários e apoiadores da causa estiveram presentes com cartazes, faixas, buzinas e panelas para chamar a atenção do Ministério Público e administração das obras. 

“Queremos que o prefeito Udo Dohler tire as máquinas das ruas, recolha os tapumes, consertem as calçadas e ruas e libere o fluxo de pessoas e veículos, para que o comércio consiga ressuscitar”, declarou a representante dos empresários, Giovanna Locatelli. Faixas foram colocadas no meio do caminho, para declarar que “Joinville está de Luto”.

Nota da Prefeitura

Em resposta aos manifestantes, a Prefeitura de Joinville emitiu uma nota declarando que já iniciou o processo de cancelamento do contrato com a empreiteira:

“A Prefeitura de Joinville respeita e entende a revolta dos comerciantes e moradores do entorno da obra de macrodrenagem do Rio Mathias, diante da situação encontrada de abandono por parte do consórcio responsável pela construção, o município está definindo a decisão do contrato vigente. A obra do Rio Mathias foi iniciada em 2014 e tem cerca de 70% dos trabalhos finalizados. No momento a obra estava em andamento com instalação de galerias na Visconde de Taunay, rua Gerônimo coelho e construção da casa de bombas localizada junto ao leito do rio Cachoeira.”

Rompimento do contrato

Horas depois, ainda na tarde desta terça-feira, a prefeitura de Joinville anunciou a rescisão do contrato das obras de macrodrenagem do rio Mathias. A possibilidade de rompimento vinha sendo avaliada desde o início do mês passado, logo após as empresas retirarem parte das máquinas. 

Mesmo com a volta dos equipamentos ao canteiro de obras, a prefeitura alega que não havia mais condições de manter o contrato, e a decisão pela rescisão foi tomada com base em procedimento administrativo aberto anteriormente. As empresas têm prazo para recorrer na esfera administrativa. Também é possível a contestação judicial.

Resposta das empreiteiras

Em entrevista exclusiva para o Jornal da Manhã na Jovem Pan Joinville, o representante das empreiteiras, Ricardo Baartz, alegou que souberam do encerramento do contrato pelas mídias, pois até a manhã desta quarta-feira (08), a prefeitura não tinha entrado em contato com as empresas.

“Não só o atraso, mas a paralisação das obras que acontece desde fevereiro, é de exclusiva responsabilidade da administração pública”, declarou. Segundo Baartz, o problema enfrentado hoje é uma adequação de projeto necessário. “Não tem como instalar uma galeria que não funciona.”

Próximas ações

A rua Jerônimo Coelho foi interditada na noite desta terça, para que a empreiteira cubra os buracos deixados no centro da cidade. A mesma ação ocorrerá na Visconde de Taunay. 

Conforme o representante, essas iniciativas já seriam tomadas, e não teve ligação com a manifestação. “O trabalho das empreiteiras hoje continua, pois ainda não fomos notificados da rescisão. Não há motivo para abandono dos canteiros. Estamos aguardando apenas as respostas da Prefeitura referente as nossas adequações dos projetos.”

Iniciativas da Prefeitura

Com a rescisão, a prefeitura pretende intervir no canteiro de obras. Na Visconde, o planejamento é fazer adequações provisórias na rua e liberar a via ao trânsito. Na Jerônimo Coelho, não há previsão de liberação do ponto ainda com canteiro de obras, mas há possibilidade de instalação da calçadão. Em relação ao término da obra, não há decisão se será realizada nova licitação ou conclusão com equipes próprias.

No último impasse, as empresas solicitaram adequações no projeto, o que não foi aceito pela prefeitura. Para o prefeito, ficou evidenciado o abandono das obras. “Nos municiamos de todas as informações, tomamos todos os cuidados”, finaliza o prefeito. 

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