Para deputado, reaproximação de Moisés à Bolsonaro é tentativa desesperada e ridícula

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Para deputado, reaproximação de Moisés à Bolsonaro é tentativa desesperada e ridícula

O deputado estadual Sargento Lima (PSL), tem sido um duro opositor ao governo Moisés. Moisés enfrenta uma das maiores crises políticas da história catarinense, e não tem o apoio da maioria do seu partido. Com a sinalização de reaproximação com o bolsonarismo, o governador já enfrenta resistência do bolsonarista declarado, Lima. O deputado chegou a publicar neste sábado (27), uma carta aberta sobre essa guinada do governador.

Para o deputado, isso não passa “de uma tentativa desesperada de buscar credibilidade” e tentar “requentar sua imagem atrelada ao presidente Bolsonaro é no mínimo ridícula”. O deputado ainda citou bastidores de uma reunião entre ele, Ana Campagnolo e o governador, onde Moisés teria ironizado a militância de direita. Por fim, o Sargento Lima afirmou que “uma fanfarronice não será suficiente para mudar o antagonismo criado por ele mesmo”.

A situação vivida pelo governador, fez com que ele tivesse que mudar a sua postura. Tinha dificuldades em ouvir segmentos da sociedade e agora fez questão de visitar. No começo do governo distanciou-se do bolsonarismo e ficou mais próximo da cúpula do PSL nacional. Com a crise dos respiradores, impopularidade aumentando e a chance do Impeachment, o governador volta à sinalizar seu retorno às bases bolsonaristas.

Veja a carta:

Carta aberta do deputado Sargento Lima

As declarações do governador Carlos Moisés, afirmando que encontra apoio na ala bolsonarista, ou seja, na Direita catarinense, não passa de uma tentativa desesperada de buscar credibilidade ou sustentabilidade diante do povo conservador de Santa Catarina. Tentar requentar sua imagem atrelada ao presidente Bolsonaro é no mínimo ridícula, um último esforço objetivando dar algo de valor aos possíveis pré-candidatos de sua preferência, que contam apenas com as promessas de obras e recursos anunciados amplamente em redes sociais de ex-secretários, deputados da base e prefeituráveis.
Contrariando a sua própria declaração: “não me importo com a opinião da militância de direita, tenho mais de 70% de aprovação e esse negócio de Bolsonaro isso, Bolsonaro aquilo, não vai influenciar em nada, nossas ações é que vão valer”. Disse isso sentado a minha frente e na frente da deputada Ana Campagnolo, dentro de sua sala no Palácio da Agronômica, no ano passado, quando o alertamos sobre seu distanciamento da base que o elegeu. Portanto, há neste discurso, no meu entendimento um estratagema de resgatar algo que o governador não conta mais, o apoio da direita catarinense, uma fanfarronice não será suficiente para mudar o antagonismo criado por ele mesmo.

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